Oi.
Pra dar um ar novo (ou não), entrei no blog para falar de jogos em geral. Para começar, vou falar de um jogo de uma das minhas franquias favoritas: Resident Evil Revelations.
Warning. Warning. The spoiler alert has been activated. Se não gosta de spoilers, NÃO LEIA.
O jogo se passa em 2005, num cruzeiro abandonado chamado Queen Zenobia. Dois agentes de uma organização anti-bioterrorista chamada B.S.A.A. (inglês para Aliança de Segurança e Avaliação Bioterrorista) Jill Valentine e Parker Luciani foram enviados em inteligência não confiável que 2 outros agente, Chris Redfield e Jessica Sherawat, estavam no navio. Jill e Parker logo encontraram várias aberrações, como Oozes, pessoas infectadas com o vírus t-Abyss, Eles logo encontram mais monstros, desde um Scagdead, uma pessoa, mas que possui uma resistência maior ao vírus, até Wall Blisters, cirripédios infectados com o vírus, que sofreram um crescimento anormal, coisa associada com o t-Vírus.
A narração sofre duas quebradas para falar de um incidente bioterrorista em uma cidade aquática chamada Terragrigia um ano antes. O Pânico de Terragrigia foi feito pelo grupo Il Veltro, que lançou o vírus via um VANT. Além disso, lançaram uma arma bio-orgânica chamada Hunter, o que causou caos na cidade. Uma facção anti-bioterrorista, chamada F.B.C. (Comissão Federal Bioterrorista) foi enviada para combater as armas biológicas. A B.S.A.A. foi enviada, mas se retirou pouco tempo depois, pois a F.B.C. tinha mais poder.
No mesmo tempo que Jill e Parker estavam procurando por Chris e Jessica, os dois estavam na Finlândia investigando sobre Il Veltro, que aparentemente foi destruída pela F.B.C. em 2004. Chris e Jessica não podiam se comunicar com o QG da B.S.A.A. no momento, mas depois as comunicações voltam, e aí descobrem que os outros 2 agentes estavam perdidos no Queen Zenobia. Os dois recebem as coordenadas do navio, mas vão pro navio errado, o Queen Semiramis. Eles logo procedem ao Zenobia por barco, onde encontram um ectoparasita chamado Gyrodactylus salaris infectado pelo vírus. Os dois conseguem evitar a criatura e chegam ao Zenobia. Os quatro agentes se encontram no Cassino, onde as duplas são trocadas.
Depois de encontrarem instalações onde foram realizadas pesquisas sobre o t-Abyss, Jill e Chris, descobriram que o Diretor Morgan Lansdale da F.B.C. estava por trás do Pânico de Terragrigia. Os dois tiveram que sair do navio pois a sequência de auto destruição foi ativada.
Jill e Chris tiveram que ir para um navio chamado Queen Dido, onde encontraram provas que podiam incriminar Lansdale.
No final, Morgan foi preso, a F.B.C. foi dissolvida, e todos os agentes e recursos foram para a B.S.A.A.
Depois de uma "introdução" é hora de falar do jogo em si.
Jogabilidade
O jogo tem 2 tipos de controles, o Atirador, parecido com o de FPS, e o Clássico, o amado tipo "tanque", dos antigos jogos. Foi uma mudança dos jogos como o 5 e o 6, que eram focados na ação. os Oozes, que lembram os zumbis dos clássicos, os puzzles, a munição escassa e o parceiro inútil que te deixa com todo o trabalho pra fazer refletem bem a ideia. Além disso, o sistema de esquiva, introduzido no RE3 está de volta. Possui 3 dificuldades: Casual, o fácil. Normal, o normal, na medida certa. E o Infernal, o extremamente difícil, pois os inimigos não morrem, você leva mais dano, áreas infestadas de hostis, e monstros aparecendo muito cedo. Para facilitar, você pode adquirir peças lendárias, peças de desempenho excelente que só existem nesse modo.
O jogo tem um modo extra, o Raid Mode. É focado na ação, ao contrário do jogo normal, por isso, os jogadores raramente estão sem munição. Tem 3 modos: Chasm (Precipício na versão brasileira), fácil, sem problemas, alguns inimigos estão devidamente colocados em cada área. O Trench (Trincheira), que propõe um desafio mais desafiador, pois certos inimigos estão em áreas diferentes de onde se encontra no modo Campanha. Abyss (Abismo). Desculpem o meu linguajar, mas aí, a porra fica séria. Inimigos em áreas diferentes, mais complicados, e chefes no campanha se tornam cosmopolitas no Abyss. Tem inimigos que antes apareciam, como Oozes e Globsters, para serem completamente substituídos por Hunters (e sua variante, Farfarello) e Scarmigliones, por exemplo.
Enredo (SPOILER ALERT)
O enredo é até bem feito, com reviravoltas. Mas dá pra saber que o Morgan tem envolvimento pelo que ocorreu em Terragrigia desde o primeiro capítulo que ele aparece e que a Jessica é uma vilã vadia por causa do jeito bitch dela. Além disso, não se vê humanidade no jogo, por mais que a dublagem tenha sido excelente. Por exemplo, a Jill mal se comove pela situação que ela está, nem quando ela vê uma mulher sendo morta na frente dela. Essa doença se vê desde o Resident Evil 4 e vem até o 6, o mais recente lançado em 2012 (lembrando que esse é só um port lançado em 2013).
Soundtrack
Como é um Resident Evil, já é de se esperar músicas muito bem feitas e bem construídas
Um exemplo é o sistema de auto destruição do Queen Zenobia. Acesse o link abaixo.
Outro é o da caixa de itens, que lembra a música da sala segura dos clássicos. O link tá abaixo:
Fator replay
Já que o Raid Mode é dividido em 20 áreas por três partes, e há conquistas para serem feitas nele, por exemplo, ter rank S em todas as áreas do Abyss, concluir O Navio Fantasma, matar 10000 inimigos, chegar até o nível 50, o fator replay é muito grande. Ainda mais, zerar o jogo sem morrer é um desafio grande, zerar no Infernal é como ter a Handcannon no RE4, ou zerar o RE5 no Professional, ou seja, extremamente difícil.
Últimas impressões
O jogo é bem legal, mas vai ter certos momentos que você vai dizer "Aff,, jogo bugado do caralho." "Esse dodge não funciona." "Voltar pras origens o caralho". Todavia, é uma experiência bem legal. Eu recomendo.
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