filmes da semana

quinta-feira, janeiro 23, 2014

Review: Resident Evil Revelations - Unveiled Edition

Oi.
Pra dar um ar novo (ou não), entrei no blog para falar de jogos em geral. Para começar, vou falar de um jogo de uma das minhas franquias favoritas: Resident Evil Revelations. 

Warning. Warning. The spoiler alert has been activated. Se não gosta de spoilers, NÃO LEIA.

Introdução
O jogo se passa em 2005, num cruzeiro abandonado chamado Queen Zenobia. Dois agentes de uma organização anti-bioterrorista chamada B.S.A.A. (inglês para Aliança de Segurança e Avaliação Bioterrorista) Jill Valentine e Parker Luciani foram enviados em inteligência não confiável que 2 outros agente, Chris Redfield e Jessica Sherawat, estavam no navio. Jill e Parker logo encontraram várias aberrações, como Oozes, pessoas infectadas com o vírus t-Abyss, Eles logo encontram mais monstros, desde um Scagdead, uma pessoa, mas que possui uma resistência maior ao vírus, até Wall Blisters, cirripédios infectados com o vírus, que sofreram um crescimento anormal, coisa associada com o t-Vírus. 

A narração sofre duas quebradas para falar de um incidente bioterrorista em uma cidade aquática chamada Terragrigia um ano antes. O Pânico de Terragrigia foi feito pelo grupo Il Veltro, que lançou o vírus via um VANT. Além disso, lançaram uma arma bio-orgânica chamada Hunter, o que causou caos na cidade. Uma facção anti-bioterrorista, chamada F.B.C. (Comissão Federal Bioterrorista) foi enviada para combater as armas biológicas. A B.S.A.A.  foi enviada, mas se retirou pouco tempo depois, pois a F.B.C. tinha mais poder.

No mesmo tempo que Jill e Parker estavam procurando por Chris e Jessica, os dois estavam na Finlândia investigando sobre Il Veltro, que aparentemente foi destruída pela F.B.C. em 2004. Chris e Jessica não podiam se comunicar com o QG da B.S.A.A. no momento, mas depois as comunicações voltam, e aí descobrem que os outros 2 agentes estavam perdidos no Queen Zenobia. Os dois recebem as coordenadas do navio, mas vão pro navio errado, o Queen Semiramis. Eles logo procedem ao Zenobia por barco, onde encontram um ectoparasita chamado Gyrodactylus salaris infectado pelo vírus. Os dois conseguem evitar a criatura e chegam ao Zenobia. Os quatro agentes se encontram no Cassino, onde as duplas são trocadas.

Depois de encontrarem instalações onde foram realizadas pesquisas sobre o t-Abyss, Jill e Chris, descobriram que o Diretor Morgan Lansdale da F.B.C. estava por trás do Pânico de Terragrigia. Os dois tiveram que sair do navio pois a sequência de auto destruição foi ativada.

Jill e Chris tiveram que ir para um navio chamado Queen Dido, onde encontraram provas que podiam incriminar Lansdale. 

No final, Morgan foi preso, a F.B.C. foi dissolvida, e todos os agentes e recursos foram para a B.S.A.A.

Depois de uma "introdução" é hora de falar do jogo em si.

Jogabilidade


O jogo tem 2 tipos de controles, o Atirador, parecido com o de FPS, e o Clássico, o amado tipo "tanque", dos antigos jogos. Foi uma mudança dos jogos como o 5 e o 6, que eram focados na ação. os Oozes, que lembram os zumbis dos clássicos, os puzzles, a munição escassa e o parceiro inútil que te deixa com todo o trabalho pra fazer refletem bem a ideia. Além disso, o sistema de esquiva, introduzido no RE3 está de volta. Possui 3 dificuldades: Casual, o fácil. Normal, o normal, na medida certa. E o Infernal, o extremamente difícil, pois os inimigos não morrem, você leva mais dano, áreas infestadas de hostis, e monstros aparecendo muito cedo. Para facilitar, você pode adquirir peças lendárias, peças de desempenho excelente que só existem nesse modo.
O jogo tem um modo extra, o Raid Mode. É focado na ação, ao contrário do jogo normal, por isso, os jogadores raramente estão sem munição. Tem 3 modos: Chasm (Precipício na versão brasileira), fácil, sem problemas, alguns inimigos estão devidamente colocados em cada área. O Trench (Trincheira), que propõe um desafio mais desafiador, pois certos inimigos estão em áreas diferentes de onde se encontra no modo Campanha. Abyss (Abismo). Desculpem o meu linguajar, mas aí, a porra fica séria. Inimigos em áreas diferentes, mais complicados, e chefes no campanha se tornam cosmopolitas no Abyss. Tem inimigos que antes apareciam, como Oozes e Globsters, para serem completamente substituídos por Hunters (e sua variante, Farfarello) e Scarmigliones, por exemplo.

Enredo (SPOILER ALERT)


O enredo é até bem feito, com reviravoltas. Mas dá pra saber que o Morgan tem envolvimento pelo que ocorreu em Terragrigia desde o primeiro capítulo que ele aparece e que a Jessica é uma vilã vadia por causa do jeito bitch dela. Além disso, não se vê humanidade no jogo, por mais que a dublagem tenha sido excelente. Por exemplo, a Jill mal se comove pela situação que ela está, nem quando ela vê uma mulher sendo morta na frente dela. Essa doença se vê desde o Resident Evil 4 e vem até o 6, o mais recente lançado em 2012 (lembrando que esse é só um port lançado em 2013).

Soundtrack


Como é um Resident Evil, já é de se esperar músicas muito bem feitas e bem construídas
Um exemplo é o sistema de auto destruição do Queen Zenobia. Acesse o link abaixo.

Outro é o da caixa de itens, que lembra a música da sala segura dos clássicos. O link tá abaixo:




Fator replay


Já que o Raid Mode é dividido em 20 áreas por três partes, e há conquistas para serem feitas nele, por exemplo, ter rank S em todas as áreas do Abyss, concluir O Navio Fantasma, matar 10000 inimigos, chegar até o nível 50, o fator replay é muito grande. Ainda mais, zerar o jogo sem morrer é um desafio grande, zerar no Infernal é como ter a Handcannon no RE4, ou zerar o RE5 no Professional, ou seja, extremamente difícil. 

Últimas impressões

O jogo é bem legal, mas vai ter certos momentos que você vai dizer "Aff,, jogo bugado do caralho." "Esse dodge não funciona." "Voltar pras origens o caralho". Todavia, é uma experiência bem legal. Eu recomendo.


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Quais estilos você mais gostaria de ver no blog?

Design: Vi na Tevê | Todos os direitos reservados ©2014